ASSOCIAÇÃO ACADÉMICA DOS ANTIGOS ESTUDANTES DO CUBAL

|
E pronto! |
| Onde é que nós
podemos ser verdadeiramente nós? Onde é que não precisamos de
fingir e não ocultarmos o nosso verdadeiro eu? Onde é que
encontramos o conforto e a companhia dos verdadeiros amigos? Muita
gente procura uma vida inteira por resposta a estas perguntas. Felizmente nós não. Esse lugar é para nós completamente pré definido. É junto dos nossos amigos, formando todos em conjunto um coração gigante, pulsando em simultaneo e que se chama Cubal. O próximo Encontro tem um número mágico. Vinte anos de (re)encontros! Alguns de nós já abandonaram o bando e voam serenos para lá das cordilheiras. Estão connosco. Faço duas sugestões, propositadamente aqui, para que todos possam dar a sua opinião. Tentar juntar o máximo de gente possível já na sexta feira (há sempre um sabor a pouco, quando temos que vir embora). O espaço entre a chegada e o jantar apesar das várias tentativas de todos quantos organizaram, permanece relativamente vazio, não convidando ao convívio. Espero que a próxima Organização pense sériamente nisso e que todos demos sugestões para ajudar. Até ao próximo pulsar. Um abraço Henrique |
| Algures em Angola, localizada no interior, terra do sisal e do algodão, da manga e da goiaba, do mamão e da papaia, do Bairro do CFB e da Camunda, do negro e do branco, a 150 Km de Benguela (terra da banana e do peixe, do Portugal de Benguela e do Clube de Caçadores, do Mombaka e do Kalunga, do Porta Aviões e da Praia Morena, do Bar Ferreira e da Castália, do Continente e do Tamariz, da Baia Azul e da Caotinha) e a 200 Km da cidade de Nova Lisboa (terra da chuva e do milho, do Ruacaná e da Nova York, da Sorel e do Picadeiro, da Diana e do Faria, do Norton de Matos e da “Ilha dos Amores”), situa-se o Cubal. (Zé Lemos) |
|
Ser-se Cubalense, por nascimento ou por adopção, é um privilégio que só a alguns, os chamados eleitos, é concedido. Para tal é necessário: que tenha bebido água do rio Cubal; que tenha inalado o cheiro daquela terra poeirenta impregnada do perfume inconfundível do sisal; que tenha apanhado no corpo as chuvadas refrescantes e consoladoras; que tenha sido picado por mosquitos ávidos de sangue; que tenha torrado a tez naquele sol abrasador e, por último, que tenha sentido na cabeça os efeitos de grandes cacimbadas. ( Carlos Falcão ) |